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segunda-feira, 12 de junho de 2017

... AntiCristo ÔMEGA - Cristo ALPHA

... Uma coisa que acho errado em todos os livros que falam da mitologia do antiCristo, que está entidade seria literalmente algo igual ou maior que Deus. O AntiCristo já sabe que será derrotado, logo, por qual razão existiria?
... A lógica, é que, o mal como os humanos entendem não existe de fato. Este mundo, é algo temporário, de todas as formas, pois todos os humanos e entidades biológicas estão fadados a morte. E a continuação desta existência das consciências das entidades biológicas é compreendida em algo maior e fora desta existência. A morte é o caminho natural para a evolução da alma e da existência desta realidade. Porém a vida e a morte está em processo de equilíbrio neste planeta a menos que um grande cataclismo ocorra.
... Portanto, sendo esta existência temporária, existira o fim para tudo, e o tempo em que não seja necessário que entidades humanas existam mais, nesta forma, neste planeta e nesta forma de vibração. Logo uma entidade sobre natural que seria similar a um predador na natureza, te4rá seu papel de causar a extinção da vida humana neste forma e mundo. Assim como após isto, está entidade será destruída pois terá feito seu fim. E isto por si só representa uma função, principio e fim, do qual se justifica como ser entidade natural e fazedora da parte do todo. O AntiCristo assim como Cristo nascerá sob forma, vontade e da criação de Deus, e terá seu fim após o principio de sua função for manifestada. Logo o Anticristo e uma criação da vontade de Deus, assim como o Cristo foi. Não é algo mal, ou a parte dessa universo e que Deus não deseje que exista, pois ele mesmo o fez.

... Eu explicarei mais com analogia as premonições e revelações de CARNIVALE. Quando tiver mais tempo livre.
... Sempre existiu a Casa da Luz e a Casa das trevas, e elas tem a mesma origem, e convergem para o mesmo fim. A destruição é necessária para que haja a criação.
... “O Senhor do Mundo” foi escrito em 1907, mas descreve uma sociedade global perturbadoramente semelhante à nossaTrata-se de uma espécie de novela apocalíptica sombria, que pouca atenção recebeu desde a sua publicação em 1907.
Mas ela conta com duas recomendações que qualquer autor de best-seller desejaria: não só a do papa atual, Francisco, mas também a do papa emérito Bento XVI.
O papa Francisco surpreendeu em 2013 e novamente em 2015, quando recomendou a leitura de “O Senhor do Mundo” (“Lord of the World”), de Robert Hugh Benson. Ele o resumiu dizendo que o
livro apresenta uma “globalização da uniformidade hegemônica”. O então cardeal Joseph Ratzinger, futuro papa Bento XVI, também tinha chamado a atenção, durante um discurso em Milão no ano de 1992, para o universalismo descrito em “O Senhor do Mundo”.
Mas o que torna este livro tão notável?
O mundo descrito por Benson é estranhamente semelhante ao nosso: sistemas de locomoção e de comunicação rápidos, armas de destruição em massa e uma visão materialista que nega o sobrenatural e cultiva a pretensão de elevar a humanidade ao mais alto nível. De alguma forma, “O Senhor do Mundo” é mais atual hoje do que quando Benson o escreveu, no início do século XX.
Em sua visita às Filipinas, o papa Francisco falou do livro como demonstração dos perigos da globalização e do que chama de “colonização ideológica”. A “colonização” a que ele se refere é o processo em que culturas econômicas e políticas poderosas, como as da América do Norte e da Europa Ocidental, impõem uma visão materialista e laica do mundo aos países em desenvolvimento.
A leitura de “O Senhor do Mundo” revela o caráter profético do livro, com previsões tecnológicas e mesmo políticas que depois se tornaram realidade. Há ensaios que argumentam que Robert Hugh Benson inspirou o gênero da ficção distópica, mais tarde consagrado em clássicos como “1984” e “Admirável Mundo Novo”.
A história do livro é da ascensão do Anticristo ao poder mundial, primeiro na pessoa do enigmático Julian Felsenburgh, um misterioso senador norte-americano que assume importância mundial ao negociar uma paz global longamente desejada. Toda oposição a Felsenburgh e à ordem mundial que ele guia desaparece: as nações pedem que Felsenburgh seja o seu líder; ele recebe aclamações em massa. Os únicos que se mantêm na oposição são poucos membros da paróquia guiada pelo padre Percy Franklin, que acaba sendo eleito papa Silvestre III e que parece muito semelhante a Felsenburgh.
Em meio a essa história de materialismo, progresso tecnológico e governo mundial que luta contra uma Igreja aparentemente derrotada, é fácil descuidar uma sutil realidade espiritual: um mundo que nega o sobrenatural não deixa de ser influenciado por forças sobrenaturais, mas se torna simplesmente cego a essas influências.
Os ministros, os cidadãos, os sacerdotes apóstatas que se juntam ao movimento humanitário se “apaixonam” por Felsenburgh embasados em falsas esperanças; eles perdem não apenas os valores que agora consideram superstições e obstáculos morais impostos pela fé cristã, mas também a capacidade de reconhecer o espírito do Anticristo presente no mundo. “O Senhor do Mundo”, assim, lembra outra obra que narra a entrada de satanás num mundo ateu que nega a sua existência: “O Mestre e Margarida”, de Mikhail Bulgákov.
Um mundo que não consegue reconhecer o sobrenatural, um mundo que tenta elevar a humanidade ao mais alto nível sem Deus é um mundo em que o Anticristo pode entrar e agir com mais facilidade. O homem não perde a sua necessidade de esperança; a descrição de Benson do movimento massivo que deposita as suas esperanças em Felsenburgh pressagia os movimentos de massa que influenciaram as questões mundiais do século XX e continuam a influenciar as de hoje. A esta luz, podemos considerar o personagem Mabel Brand, que vive uma profunda alienação do movimento humanitário massivo, como uma espécie de história de conversão: ele começa a ver a realidade do mal no mundo e foge dele, enquanto Felsenburgh e o papa Silvestre se encontram numa batalha cataclísmica entre o bem e o mal.
É preciso ficarmos atentos para que a globalização não se volte a espalhar políticas prejudiciais às populações dos países em desenvolvimento, mas é também necessário termos em mente a realidade sobrenatural do bem e do mal: negar a existência do diabo é abrir espaço para que ele aja.
Quanto ao autor do livro, Robert Hugh Benson, ele foi um clérigo anglicano que se converteu em sacerdote católico.”

... Texto acima, entre aspas, fonte de autoria desconhecida.


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